No fim da trajetória
Me deito ao chão
No piso, na pedra
A sala fria é meu recinto
É onde fico a sua espera
Sinto sua pele que se esquia
E a febre fere a carne fria
O pulso dispara em minha direção
Sinto a embolia tomando o pulmão
E ninguém me explica oque acontece
Todo dia que a noite escurece
Muita coisa que acontece
Pouco que me interesse
Me resta buscar ilusão
Procuro a saída em vão
Alegria que já não aquece
Mas diariamente acontece
Sinto a calmaria
Que toma ambiente
Espero que caos represente
Sinto o gosto amargo
Do fel na garganta
Sinto o clima ficar violento
Acendo uma vela e subo a viela
Estou disposto a
Derramar meu sangue
Não me importo
Em regar esta terra
Uma prece que aquece
Raramente acontece
Sou refém de meu destino
Que pouco a pouco se repete
Padece e me esquece.
No piso, na pedra
A sala fria é meu recinto
É onde fico a sua espera
Sinto sua pele que se esquia
E a febre fere a carne fria
O pulso dispara em minha direção
Sinto a embolia tomando o pulmão
E ninguém me explica oque acontece
Todo dia que a noite escurece
Muita coisa que acontece
Pouco que me interesse
Me resta buscar ilusão
Procuro a saída em vão
Alegria que já não aquece
Mas diariamente acontece
Sinto a calmaria
Que toma ambiente
Espero que caos represente
Sinto o gosto amargo
Do fel na garganta
Sinto o clima ficar violento
Acendo uma vela e subo a viela
Estou disposto a
Derramar meu sangue
Não me importo
Em regar esta terra
Uma prece que aquece
Raramente acontece
Sou refém de meu destino
Que pouco a pouco se repete
Padece e me esquece.
