fragmento 208 (Colligere)
Olhando pro futuro através de um retrovisor, você pisa
fundo e sem direção. Ok, eu também não sei para onde
ir e na certa tenho menos que você. Menos trabalho e
menos dinheiro. Menos lágrimas e menos certezas. Eu
não sei o que diabos me ensinou a jogar tudo fora e
estar sempre correndo, seguro de nada. Às vezes
perdido em minha própria direção. E cada minuto me
ensina a não olhar para trás. Você diz que não pode
amar o que eu me tornei e eu digo que há pouco que eu
ainda posso amar. Sugo a mesma fruta que você deixa
apodrecer. Sinto o cheiro do que você guarda e tenho
náuseas. Sugo a mesma fruta que você deixa apodrecer.
Não sou chão firme agora. Então, segure-se! Se quiser
caminhos que não podem te garantir um destino. Às
vezes perdido, em minha própria direção! Ok, eu também
não sei pra onde ir e na certa tenho menos que você!
Não, eu não me importo e, por favor... Ah esquece!
fundo e sem direção. Ok, eu também não sei para onde
ir e na certa tenho menos que você. Menos trabalho e
menos dinheiro. Menos lágrimas e menos certezas. Eu
não sei o que diabos me ensinou a jogar tudo fora e
estar sempre correndo, seguro de nada. Às vezes
perdido em minha própria direção. E cada minuto me
ensina a não olhar para trás. Você diz que não pode
amar o que eu me tornei e eu digo que há pouco que eu
ainda posso amar. Sugo a mesma fruta que você deixa
apodrecer. Sinto o cheiro do que você guarda e tenho
náuseas. Sugo a mesma fruta que você deixa apodrecer.
Não sou chão firme agora. Então, segure-se! Se quiser
caminhos que não podem te garantir um destino. Às
vezes perdido, em minha própria direção! Ok, eu também
não sei pra onde ir e na certa tenho menos que você!
Não, eu não me importo e, por favor... Ah esquece!


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