26.7.06

Definir

Erva Daninha.
Sobe em minha espinha,
vertebral!
Desce em minha vida,
horizontal!
Cada osso,
pêlo,
em minhas costas.
coroa de rosas
cheia de espinhos,
furam meu caminho,
furtam a jóia exposta.
Minha proposta!
subir pelas costas,
chegar ao culme!
como de costume.
desbravar-te em meus beijos,
com ardor seus desejos.

9.7.06

Rosa ao chão!

Caiu!

A rosa!

No chão!

A rosa que eu ia te dar

E que você ia negar.

Aquela que me fez chorar
aquela que me fez te amar.
A mesma...
Que cito nesse poema,
que choro ao me lembrar
que não vou poder te dar.

Pois no chão agora esta,
repousa junto ao meu amor
que deveria estar com ti,
mais acabou jogado ao chão.
antes mesmo de eu te dar.

O amor em forma de rosa,
a rosa em forma de amor.
Juntas ao chão...
transformaram-se em dor
A rosa que era amor...
A dor de uma Ilusão.

6.7.06

Nem... Que saco, que preguiça, QUE PORRE!!

Achamos ser capazes!
Nos deixamos levar
por sentimentos corriqueiros...

Esperança...
Amor...
Bondade...

Uma pinóia!
Uma solada na cara!
esfregada sem dó!

E o trouxa levanta,
limpa e anda!
e tenta de novo...

Certo ou errado?
Bater ou apanhar?
Correr!!

Pra longe dessa bosta!!
Enfiar-me debaixo de uma cama.
talvez o pó me entenda...

É o que resta...
Programado pra sofrer,
até o último segundo!



















E não para por ai não...
se pecou na terra,
ainda paga depois de morto!

É mole?

5.7.06

Hein? Não entendi...

Na foz o nó!
Que embaraça a todos nós.
Embriões frenéticos
à gerar esqueletos sintéticos,
cobertos por carne
sem nexo.

Gritando! Suplicando!
Conhecimento.
Influenciando até a rosa-dos-ventos
redirecionando os elementos,
alterando faces,
provocando o sofrimento.

Complex-idade das grandes cidades.
Humanos rogando sem muita vaidade,
procurando no vento uma nova divindade
que possa tirar-lhes a própria liberdade.
Seus sentimentos de identidade.

Tornando-se pessoas de "idade".
Contribuindo com o destino,
dando continuidade.
Facilitar a vida.
Apagar a força de vontade!

4.7.06

Teu A no meu MAR.

Sugar-lhe toda essência!
Tua vida.
Em meus olhos teu olhar,
abrir a mente
recriar a loucura.
Reverter o seu pensar.

Eliminar o medo
respirar no ar.
Fazer de ti meu lar!
inconstância,
não posso me apegar.
Fugir da linear
que me leva a teu mar.

Esquecer-te.

Felicidade cravada no patamar,
criado para acomodar.

Duas almas,
dois seres,
duas vidas.

Querem limitar.
O que não tem limite!
O que não tem lugar!
O que não tem imagem!
O que não se pode palpar!

Dar fim ao verbo AMAR.